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Em janeiro de 2010, escrevi “O futuro do rádio”. Desde então, esse artigo foi republicado por veículos como Observatório da Imprensa e Caros Ouvintes e associações como AMIRT e AERJ. Foi citado por acadêmicos como Luiz Artur Ferraretto, entidades como a Associação Paraibana de Imprensa (API) e veículos como Diário de PernambucoRádio e Negócios e Jovem Pan. Foi o ponto de partida para a minha primeira palestra em Porto Alegre. Professores utilizam esse texto em sala de aula.

Em 17 de março de 2015, “O futuro do rádio” ganhou sua primeira versão em outro idioma (espanhol). Está no portal FOROALFA, da Argentina. Clique aqui para ler.

Mesmo passados cinco anos, as opiniões que registrei nesse texto continuam valendo. Para mim, o rádio é eterno.